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Direito dos Animais
Posse Responsável
 
1. Vacina o animal anualmente;
2. Passeia com o animal todos os dias, para que ele se exercite e se socialize com outros animais e com as pessoas;
3. Oferece ao animal um alimento balanceado, próprio para sua espécie, evitando dar comida caseira;
4. Mantém limpo o local onde o animal fica, com água fresca à disposição;
5. Procura o médico veterinário quando o animal adoece e não tenta medicá-lo por conta própria;
6. Dá para o animal medicamento contra vermes (vermífugo) periodicamente.
7. Usa sempre coleira e guia ao levá-lo passear na rua;
8. Coloca uma identificação na coleira do animal para que ele possa ser devolvido em casos de perda ou fuga do animal;
9. Recolhe suas fezes em locais públicos;
10. No caso de cães de guarda, toma medidas de segurança para que o cão não venha a ferir pessoas ou outros cães: adestramento básico, muros altos, portões sempre fechados, uso de guia, placas de sinalização indicando a presença de cão de guarda;
11. Não permite que seu animal acasale indiscriminadamente, o que gera um grande número de cães ou gatos sem donos nas ruas.
12. Não permite que seu animal viva solto nas ruas.

A passagem de um animal de estimação pela vida de um ser humano marca profundamente... Pode ser uma linda história de amor, desde que respeitados certos aspectos, ou então um filme de terror.

Muitos animais abandonados nas ruas, que lotam as carrocinhas, transmitem doenças e sofrem maus tratos, se encontram nessa condição por irresponsabilidade daqueles que se dizem seus donos. Portanto, devemos ter a consciência de que um animalzinho, seja ele de que espécie for, necessitará de cuidados e atenção. Cuidados estes que significam gastos, e atenção que se traduz na forma de tempo, carinho e paciência.

O fato de se ter direito à posse de animais não significa que se possa ter qualquer animal, ou qualquer número de animais, ou que a posse não implique em responsabilidades. Questione-se a respeito de alguns pontos como: Para onde levar o animal? Nesse lugar existem pessoas que possam não gostar dele? E o espaço que irá destinar ao seu novo amigo, é proporcional ao seu tamanho? Sua situação financeira lhe permite criar um animal? Devemos ter consciência dos gastos com alimentação, saúde, higiene. E o tempo de que terá de dispor para cuidar dele? Passeios, banhos, alimentação, educação.

Lembre-se de que, quando filhotes, eles ainda não sabem ao certo onde fazer suas necessidades, podem chorar até se acostumarem ao novo local; sem a mãe e irmãos, são ainda imaturos, exigindo que se procurem formas não agressivas, porém incisivas o bastante, para que eles aprendam a respeitá-lo. Os animais têm um senso de hierarquia muito forte, portanto ele deve conhecer bem seu lugar nesta hierarquia para que respeite a todos e não imponha suas ordens ao grupo.

Procure pensar bem antes de adquirir um animal, e se, depois de refletir, você decidir que não pode ou não deve, mesmo que temporariamente, ter um amigo desses em casa, isso demonstrará o seu bom senso e amor pelos animais. Mas, se depois de tudo, você realmente sentir que quer adotar um novo amigo, saiba que, respeitando essas argumentações, vocês serão uma dupla e tanto.

Tenha em mente que os profissionais capacitados para cuidar do seu amigo são os médicos veterinários e procure-os não só em casos de doença ou emergências, mas para um trabalho de prevenção dessas ocorrências, bem como para orientações a respeito da criação do seu animal, desde a escolha do filhote, até sua alimentação, higiene e educação. Assim, ele será sempre saudável e a probabilidade de surpresas desagradáveis diminuirá consideravelmente.

Feliz posse responsável e consciente!

 

 
 
 
 
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